Ergonomia = Economia

12 de fevereiro de 2020 por innove

Muitas vezes as empresas enxergam a ergonomia como custo. E, se ao contrário de custos você pudesse olhar a ergonomia como investimento?

Você sabia que uma doença relacionada ao trabalho pode gerar uma despesa acima de R$ 10.000,00 (dez mil reais) em apenas UM funcionário. Será? Eu explico.

1. Funcionário doente começa sofrer de presenteísmo, ou seja, ele está presente no trabalho, entretanto não está produzindo. Assim, você perda na quantidade e na qualidade do processo produtivo. Aqui, já começamos de maneira imperceptível criar um passivo seja na perda de material, retrabalho, perda dos prazos etc…

2. Em um segundo momento, seguindo doente, o trabalhador começa apresentar perdas funcionais (dor, falta de força, dificuldade de concentração) e por conseguinte ele vai faltar ao trabalho. Neste momento começamos contabilizar as perdas de hora/homem. Os primeiros 15 dias de atestado são por sua conta. Se for 15 dias, para alguém que ganha R$ 1.500,00, você vai desembolsar por volta de R$ 1.000,00 para deixar a pessoa se recuperando. Ela não está produzindo e você vai ter que substituí-la por outra tendo que pagar essa pessoa. Ou ainda, vai sobrecarregar a equipe pela ausência do colaborador doente expondo os outros à maior pressão. Então até aqui você já teve perdas produtivas e financeiras que não podem ser calculadas pois você nem percebeu que elas estavam acontecendo.

3. Não havendo estudo do adoecimento e das queixas de sobrecarga músculo-esquelética, o trabalhador se afasta do trabalho, melhora parcialmente e retorna para a função. Ocorre um ciclo vicioso de afastamentos e retorno. Começa existir um desgaste na relação de trabalho havendo indisposição entre o trabalhador e a empresa. A empresa segue pagando os dias de atestados, perdendo produção e performance.

4. Pode ocorrer rompimento traumático do contrato de trabalho e o trabalhador ingressa com ação judicial. Você vai ter que contratar um advogado, imaginamos que não seja menos de R$2.000,00 reais para começar. Depois conforme o processo anda é preciso fazer aportes financeiro aos advogados. Havendo doença ocupacional no processo será designada ao menos duas perícias. Uma perícia no local de trabalho e outra perícia para avaliar a pessoa. A empresa vai ter que contratar seus assistentes técnicos para auxiliar na defesa. O custo do assistente é por volta de R$ 2.000,00. Como são duas perícias, são R$ 4.000,00.

5. Então se a empresa não tem uma gestão ergonômica eficiente, descumpre a NR-17 e fica provado que o trabalho contribuiu pelo adoecimento do trabalhador. O juiz atribui culpa à empresa e havendo dever de indenizar ela vai pagar dano material e moral ao trabalhador. O dano moral varia entre R$ 3.000,00 e R$ 5.000,00. O dano material é calculado pelo tamanho da lesão, mas facilmente passa de R$ 10.000,00. 

Como a empresa perdeu a ação terá que pagar as custas do processo, ou seja, pagar os peritos do juízo cerca de R$ 2.000,00 cada um bem como o advogado do outro lado.

Veja, nesta conta de padeiro, só com as custas do processo temos cerca de R$ 6.000,00. Se você perder a ação o custo vai subir ainda mais. 

Tirando o processo judicial a empresa já perdeu em horas/homem, presenteísmo, qualidade e produção.

E pode piorar! O FAP (Fator Acidentário Previdenciário) vai aumentar e a empresa vai pagar ainda mais imposto.

Pode piorar mais? Infelizmente pode….. Comprovado que o trabalho adoeceu a pessoa, o INSS pode ingressar com uma ação regressiva contra a sua empresa cobrando todos os valores gastos com auxilio doenças e demais encargos previdenciários.

Não permita que esse efeito cascata recaia sobre o seu negócio.

Com uma boa análise ergonômica podemos adaptar muito bem o trabalho ao homem evitando afastamentos, adoecimentos, perda de produção, qualidade e principalmente evitar ações judiciais.

Nós da INNOVE – Ergonomia de Resultado, podemos te ajudar! Vamos buscar o ponto de equilíbrio entre a saúde do trabalhador e a eficiência da empresa.

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